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Comemoração de Antonelli inspirada em Bolt viraliza e se junta a gestos curiosos de pilotos; veja

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Assim como Antonelli, veja outras comemorações de pilotos da F1 que viralizaram
Na Fórmula 1, o lugar mais alto do pódio é sinônimo de exclusividade. Afinal, desde a primeira temporada da categoria, em 1950, apenas 116 pilotos tiveram o privilégio de cruzar a linha de chegada em primeiro. E, em um momento tão especial, alguns atletas fazem da celebração um show à parte, imortalizando alguns gestos e fazendo deles sua marca registrada.
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O raio de Kimi Antonelli
Líder mais jovem da história da Fórmula 1, Kimi Antonelli tem empilhado recordes em sua segunda temporada na categoria e transformado um gesto conhecido em sua marca registrada: o raio. Inspirado em Usain Bolt, o italiano vem repetindo a famosa comemoração do velocista, recordista mundial dos 100 metros rasos, após cada vitória.
— Assisti a um documentário que me impressionou bastante pela sua dedicação e ética de trabalho. Além disso, é uma ótima comemoração, já que ele é o homem mais rápido do mundo — disse o piloto da Mercedes durante a premiação Autosport, no ano passado.
Kimi Antonelli celebra à la Usain Bolt após vencer o GP do Japão
Lars Baron/LAT Images
“T-pose” de George Russell
A “T-pose”, marca registrada do britânico, nasceu de forma espontânea e viralizou na internet antes de ser adotada pelo piloto.
Durante uma sessão de fotos na pré-temporada de 2023, Russell aguardava com a cabeça baixa e os braços apoiados entre dois telões de LED. Em certo momento, ele ergueu a cabeça lentamente e olhou para frente. Um cinegrafista observou a situação e gostou, pedindo que ele repetisse na frente das câmeras.
A cena viralizou entre os fãs, com montagens inundando as redes sociais. O piloto da Mercedes não só curtiu a repercussão como passou a comemorar suas vitórias repetindo o gesto.
George Russell celebra pole position no GP do Canadá da F1 em 2024
Kym Illman/Getty Images
Daniel Ricciardo e o Shoey
A celebração com champanhe no pódio é uma das tradições mais antigas da Fórmula 1, mas Daniel Ricciardo elevou o nível ao incluir suas sapatilhas na festa pós-GP da Alemanha, em 2016. O Shoey é tradição na Austrália, terra natal do ex-piloto, e consiste em despejar a bebida nos sapatos usados e beber.
Por mais nojento que pareça ser, Ricciardo repetiu o gesto em várias de suas vitórias e pódios na categoria, tornando o Shoey uma das comemorações mais marcantes de todos os tempos na F1.
Daniel Ricciardo executa Shoey no GP da Alemanha
Reuters
O dedo do Sebastian Vettel
Durante sua carreira, o tetracampeão alemão por diversas vezes comemorou suas vitórias levantando o dedo indicador, o que muitas vezes foi confundido com arrogância por simbolizar o número 1.
No entanto, seu ex-chefe de equipe na Fórmula Renault 3.5, Trevor Carlin, explicou que a comemoração, na verdade, faz alusão a um acidente sofrido por ele em Spa-Francorchamps, antes mesmo de sua estreia na Fórmula 1.
— Ele era extremamente rápido e, em sua primeira temporada conosco, decidiu fazer a curva Eau Rouge a fundo em uma corrida na chuva. Ele sofreu um acidente grave e, enquanto tentava controlar a colisão, sua roda dianteira se soltou, voou por cima do carro e atingiu a ponta de seu dedo — disse Carlin ao F1 Midweek Report.
Vettel comemora a vitória em Singapura no pódio
Reuters
A sambadinha de Rubens Barrichello
O piloto brasileiro fazia sua segunda temporada na categoria quando conquistou seu primeiro pódio, no GP do Pacífico de 1994, ainda pela Jordan.
Como comemoração, Rubinho deu (ou tentou) uma sambadinha, balançando seu corpo e seus braços de forma descoordenada. A dança o acompanhou durante o restante de sua trajetória na Fórmula 1 e segue em seu repertório, agora na Stock Car.
— (A ideia) Surgiu de uma união de quatro amigos: Ricardo Rosset, Gualter Salles, Roberto Xavier e eu. Era 1993 isso. E eles falaram: “Quando você chegar no pódio, você pelo amor de Deus, hein? Faça um negócio!”. A gente ficou umas duas horas treinando alguma situação. Aquilo é uma forma de dar uma abrasileirada na situação — disse Rubens Barrichello ao podcast “Na Ponta dos Dedos”.
Rubens Barrichello e a tradicional sambadinha em Silverstone, em 2003
Getty Images
Senna e a bandeira do Brasil
A famosa comemoração de Ayrton Senna balançando a bandeira do Brasil se deu por conta de uma das maiores paixões do país: o futebol.
A primeira vez aconteceu no GP de Detroit, nos Estados Unidos, em 1986. Um dia antes da corrida, o Brasil havia sido eliminado pela França nas quartas de final da Copa do Mundo, no México. Provocado pelos mecânicos da equipe de Senna na época, a Lotus, o piloto se viu com a missão de “vingar” a seleção.
Em uma corrida de recuperação, Senna superou os franceses Jacques Laffite e Alain Prost e venceu em Detroit. Após o fim da prova, o piloto pediu uma bandeira a um torcedor brasileiro e deu uma volta na pista segurando o objeto para fora do cockpit. O gesto ficou imortalizado e passou a acompanhar o tricampeão durante o restante de sua carreira.
Senna leva a bandeira do Brasil após vencer em Detroit, em 1986
Reprodução/FOM

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