República Tcheca 0 x 3 México | Melhores momentos | 3ª rodada | Copa do Mundo 2026
México x Equador se enfrentam às 22h, pela segunda fase da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado.
+ Vai para os pênaltis? Começa o mata-mata: veja como vencer nos pênaltis em Copa do Mundo
+ Gols por clube na Copa do Mundo: Real Madrid lidera; 24% dos gols vêm de quem joga na Inglaterra
+ Artilheiros da Copa do Mundo 2026; veja ranking
Palpite para México x Equador
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Resultado mais provável:
México 1 x 0 Equador
Equador 2 x 1 Alemanha | Melhores momentos | Grupo E | Copa do Mundo 2026
Resultados na 1ª fase
México
México 2 x 0 África do Sul
México 1 x 0 Coreia do Sul
República Tcheca 0 x 3 México
Equador
Costa do Marfim 1 x 0 Equador
Equador 0 x 0 Curaçao
Equador 2 x 1 Alemanha
Como o México joga em casa, empurrado por sua torcida, é de se esperar que o Equador seja cauteloso na partida. Os equatorianos precisarão se organizar para buscar o ataque evitar contra-ataques porque entre as 48 seleções da primeira fase, foi a terceira equipe que mais permitiu dessas finalizações aos adversários (oito). Embora nenhuma dessas jogadas tenha virado gol, o México fez dois gols assim nos dois contra-ataques que finalizou, marcando assim o primeiro e o segundo gols na vitória por 3 a 0 sobre a República Tcheca.
A defesa mexicana não sofreu gol na primeira fase e só permitiu cinco finalizações certas aos adversários, terceira melhor marca da primeira fase. Só conseguiram fazer nove finalizações contra o México em trocas de passes rasteiros e só uma realmente chegou no gol, certa. A defesa mexicana só foi realmente ameaçada a partir de jogadas aéreas, origem de 14 finalizações sofridas, quatro certas (três em cruzamentos), uma dela exigindo defesa difícil. Foram sete cruzamentos aéreos finalizados contra o México. Das 42 finalizações feitas pelo Equador, 17 tiveram origem aérea. Foram só três cruzamentos. O Equador finalizou mais em escanteios (nove), que foi como conseguiu o gol da histórica vitória sobre a Alemanha.
Evolução do xG na segunda rodada
México fez 11 finalizações contra República Tcheca, nove de dentro da área, com potencial estatístico para 1,56 gol. Conseguiu ser eficiente e fazer três gols.
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Equador fez o primeiro gol contra a Alemanha em sua primeira finalização. No total, fez apenas sete conclusões na partida, cinco de dentro da área, com potencial estatístico para 1,11 gol. Foi mais eficiente do que o esperado e conseguiu a virada com dois gols.
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Metodologia
A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio.
O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref.
Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida.
*A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.


