Áustria 3 x 1 Jordânia | Melhores Momentos | Copa do Mundo 2026
Jordânia x Argélia se enfrentam na madrugada de segunda-feira para terça-feira, à meia-noite, pela segunda rodada da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado.
+ Enner Valencia é o jogador mais ineficiente da Copa do Mundo 2026; veja o ranking
+ Nova regra da cera na substituição é aplicada pela primeira vez na Copa do Mundo 2026
+ Faltou pontaria: eliminação da Turquia tem 62 finalizações e nenhum gol em duas derrotas
Palpite para Jordânia x Argélia
Grupo J
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Placar mais provável:
Jordânia 0 x 1 Argélia
O placar mais provável é 1 a 0 Argélia, mas quando somadas as probabilidades de todos os placares possíveis, a Jordânia tem maior probabilidade de vencer. É de se esperar a Jordânia tomando a iniciativa de elevar a velocidade do jogo porque foi a seleção que percorreu a maior distância (17,4 km) em velocidades entre 15 km/h e 20 km/h na primeira rodada, na derrota para a Áustria (3 a 1). E foi a quinta que mais correu acima de 20 km/h (9,0 km). A Argélia na derrota por 3 a 0 para a Argentina foi a 40ª em distância percorrida acima de 20 km/h (6,6 km) e 29ª em distância a velocidades entre 15 km/h e 20 km/h 14,3 km). No geral, os jogadores da Jordânia somados percorreram 119,2 km, quarta maior marca da primeira fase da Copa. A Argélia foi a 39ª entre 48 seleções (109,3 km).
O gol da Jordânia contra a Áustria foi exatamente em um contra-ataque. Fez seis finalizações em trocas de passes rasteiros e cinco a partir de jogadas aéreas. A construção é feita para chegar nos atacantes Al-Tamari e Olwan, que só não participaram diretamente de três das 11 finalizações. A Argélia sofreu nove finalizações da Argentina, seis em lances rasteiros e três em aéreos. É de se esperar por um jogo mais rasteiro porque a Argélia conseguiu seis finalizações contra a Argentina, cinco rasteiras. Das oito conclusões da Áustria contra a Jordânia, foram quatro rasteiras e quatro aéreas.
Evolução do xG na primeira rodada
Foram 11 finalizações da Jordânia, sete de dentro da área, seis em chutes, com potencial estatístico para 0,70 gol. Acabou fazendo um, mais do que o esperado, mas insuficientee cm os três gols sofridos.
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Argélia fez sete finalizações contra a Argentina, só três delas de dentro da área, com potencial estatístico para 0,25 gol. Produziu quase nada e não conseguiu fazer gol.
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Argentina 3 x 0 Argélia | melhores momentos | Copa do Mundo 2026
Metodologia
A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio.
O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref.
Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida.
*A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.


