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Cortado em 2006, Edmílson analisa impacto de lesionados na Seleção rumo à Copa

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Entrevista com Edmílson, ex-zagueiro campeão mundial com a Seleção
Pentacampeão mundial com o Brasil em 2002, Edmílson lamentou os desfalques para a Copa do Mundo de 2026. Hoje gestor da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o ex-atleta citou a frustração de ficar de fora de um Mundial e classificou os cortes como “fatalidades”. Em 2006, o ex-jogador foi convocado pelo técnico Carlos Parreira para a Copa da Alemanha, mas ficou fora por causa de lesão.
Edmílson ainda relembrou os cortes de Romário, em 1998, e Émerson, em 2002. Nomes cotados para integrar a seleção brasileira nesta Copa, o zagueiro Éder Militão e o atacante Rodrygo estão fora por causa de lesão. Confira a entrevista acima na íntegra.
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Edmílson, ex-jogador do Brasil
Rede Clube
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Eu fui para a Copa de 2002, em 2006, eu fui cortado. Emerson antes de uma Copa do Mundo, foi cortado em 2002. Romário e outros grandes jogadores também foram cortados e ficaram fora por causa de lesão. A competição mundial hoje é extensa e forte”
– Os jogadores se preparam, talvez, por um, dois, três, quatro ou cinco anos para jogar uma Copa do Mundo e acabam ficando fora. Eu acho que isso é fatalidade, não acredito que seja azar ou sorte – completou.
Rodrygo inicia recuperação
Leonardo Benhosi
Em março deste ano, após sentir dores na derrota do Real Madrid para o Getafe, Rodrygo teve constatados rompimentos do ligamento cruzado anterior do joelho direito e do menisco e perderá a Copa do Mundo de 2026.
Recentemente, Éder Militão sofreu uma grave lesão na coxa e precisou passar por uma cirurgia na Finlândia para corrigir uma ruptura no tendão proximal do músculo bíceps femoral. O zagueiro do Real Madrid ficará fora dos gramados por cerca de cinco ou seis meses.
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Éder Militão passa por cirurgia e está fora da Copa do Mundo
Outra situação que preocupa a CBF é a de Estêvão. O atacante lesionou a coxa direita no clássico contra o Manchester United, pela Premier League. Em um primeiro momento, em exame clínico, a lesão parecia leve, mas um exame de imagem indicou um ruptura quase total da posterior da coxa direita.
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André Rizek fala sobre chances de Estêvão ir à Copa do Mundo
Edmílson esteve em Teresina para prestigiar a cerimônia de eleição da Federação de Futebol do Piauí (CBF). E na oportunidade, o ex-defensor também chegou a projetar as chances do Brasil de conquistar mais um título mundial.
– Eu acho que tem seleções mais favoritas, como houve em 2002, 94 e 1970. O Brasil sempre chega forte a uma Copa do Mundo, então acredito que não é só o time em si, os jogadores e a paixão do torcedor brasileiro também são importantes – pontuou Edmílson.
Edmílson participa da eleição da FFP e comenta possível volta de Neymar
Edmílson hoje atua na equipe de projetos especiais e eventos estratégicos da CBF. Ele também é coordenador da Seleção Legends, projeto que reúne ex-jogadores com passagens na seleção brasileira. Quando jogador, o ex-jogador também acumulou passagens por Barcelona, São Paulo, Lyon e Palmeiras. Edmílson pendurou as chuteiras em 2011, no Ceará.
Perfil de Edmilson
Nome: Edmílson José Gomes de Moraes;
Naturalidade: Taquaritinga-SP;
Idade: 49 anos;
Posição: volante;
Clubes por onde passou: XV de Jaú, São Paulo, Lyon (França), Barcelona (Espanha), Villarreal (Espanha), Palmeiras, Real Zaragoza (Espanha) e Ceará.
Volante Edmilson, campeão com a Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2002
IconSport/Getty Images
Cronograma da Seleção para a Copa do Mundo
A convocação oficial do técnico Carlos Ancelotti está marcada para o dia 18 de maio, às 17h no Rio de Janeiro. Na ocasião, será divulgada a lista dos 26 convocados para o Mundial. O Brasil está no Grupo C da Copa do Mundo 2026 e vai estrear contra Marrocos no dia 13 de março.
Antes disso, o Brasil vai encarar o Panamá e o Egito em dois amistosos preparatórios, no Rio de Janeiro e em Cleveland-EUA, respectivamente.
Divulgação da lista de convocados para a Copa: 18 de maio, às 17h;
Brasil x Panamá (amistoso no Maracanã): 31 de maio, às 18h;
Brasil x Egito (amistoso nos EUA): 6 de junho, às 19h.
Treino seleção brasileira Estados Unidos Ancelotti
ANDRE DURÃO
Veja outros trechos da entrevista de Edmílson
Convocação de Neymar para a Copa
– O Neymar é um cara talentoso, todo mundo sabe do potencial técnico, tático e motivacional que ele tem. O futebol é momento, o Neymar tem menos de um mês não para mostrar, mas para demonstrar que está bem em forma. Eu acredito que com o Neymar na Copa do Mundo, a gente tem uma boa oportunidade de ser hexacampeão.
O Brasil é favorito?
– Eu acho que tem seleções mais favoritas, como houve em 2002, 94 e 1970. O Brasil sempre chega forte a uma Copa do Mundo, então acredito que não é só o time em si, os jogadores e a paixão do torcedor brasileiro também são importantes.
Convocação encaminhada?
– Eu acho que tem jogador que vai garantindo posição, depende dos jogos. Um jogador sobre o qual a gente estava em dúvida e que acabou fazendo dois amistosos bons foi o Danilo, do Botafogo. Acho que o setor de dúvida não é tanto a zaga, são os laterais. Não é nem o meio-campo, nem o ataque. Acho que ele tem bem definido aquilo que quer e falou que a pior dúvida hoje nossa são os laterais, porque a gente parou um pouco de produzir jogadores nessa função.
– Mas acredito muito que o Brasil está preparado para enfrentar as dificuldades e sabe que há algumas seleções um pouquinho além da gente. Ainda assim, podemos fazer uma boa Copa do Mundo com o que temos, independentemente de estarmos melhor na defesa ou no ataque.
Favoritos para a Copa do Mundo
– As seleções campeãs do mundo sempre chegam fortes. O Brasil em 2002 não era muito favorito, em 1994 também não. A gente tinha talentos diferentes dos de hoje, mas a camisa de campeã do mundo sempre chega forte.
– Talvez hoje a gente tenha a seleção francesa um pouco mais além, porque assim como na Copa do Mundo de 2006, havia muito individualismo em cada posição. Hoje a França está um pouco à frente pela qualidade de atletas que tem. O Brasil não é favorito, mas sempre chega para competir, ganhar é detalhe.
Pressão da seleção brasileira
– Eu acho que a pressão de jogar pela Seleção Brasileira é muito grande. O que a gente precisa deixar claro é que ninguém vai para uma Copa do Mundo para perder, todo mundo quer dar o seu melhor. E nós, como brasileiros, precisamos tirar a cultura de crucificar aquele que errou, perdeu, aquele que fez ou o que não fez.
– Porque nenhum desses caras que jogam a Copa do Mundo joga para perder, jogam realmente para marcar história. Lamentavelmente, a gente vive um momento difícil porque não conquistou um bom resultado.

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