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Redenção de Matheus Cunha: como goleiro do Cruzeiro foi de polêmica e vaias a aplausos

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Matheus Cunha vai das vaias aos aplausos no Mineirão
Os últimos dias foram de muitas emoções para Matheus Cunha. O goleiro começou com nome envolvido no ato de indisciplina de Walace, deu uma entrevista franca sobre o tema, falhou contra o Bragantino e foi vaiado, mas saiu aplaudido. Tudo em uma semana.
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No sábado, dia 4, após a goleada do São Paulo sobre o Cruzeiro, Walace foi afastado por indisciplina. O jogador criticou um companheiro em um grupo de mensagens que reunia atletas do elenco e parte da diretoria. O nome de Matheus Cunha surgiu como possível alvo.
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Matheus Cunha
Alessandra Torres/AGIF
Não houve confirmação, mas o goleiro se manifestou sobre o assunto ao ser questionado após a vitória do Cruzeiro sobre o Barcelona de Guayaquil, três dias depois.
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– Foi super tranquilo para mim. Meu caráter e minha índole sempre me mantêm de pé. O que vem de fora não atinge. Trabalho muito, tenho cabeça focada e sou cristão. A situação está com a diretoria, que tomou a decisão. Agora, é continuar trabalhando para responder em campo.
Matheus Cunha sobre polêmica com Walace: “caráter e índole me mantém em pé”
Das vaias aos aplausos
Em Belo Horizonte, Matheus Cunha viveu mais uma noite de montanha-russa. Diante do Bragantino, falhou em gol da equipe paulista: Hurtado finalizou rasteiro, no canto, a bola ainda tocou na mão de Matheus Cunha, que não teve força suficiente para evitar o gol.
A partir dali, vieram as vaias. A cada toque na bola, a insatisfação da torcida ficava evidente. O cenário começou a mudar no lance do empate.
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Cássio e Matheus Cunha têm desempenho semelhante no Brasileirão
Néiser marcou para o Cruzeiro, e duas cenas chamaram atenção: Artur Jorge comemorou olhando na direção de Matheus Cunha e pediu calma, enquanto Gerson foi o primeiro a abraçar o goleiro. O camisa 11 disse que o gesto foi espontâneo.
– O Matheus é um amigo pessoal. Uma excelente pessoa. A gente tem que estar junto em todos os momentos. No final, a torcida gritou o nome dele. Quem ganha isso é o Cruzeiro. Ele sabe o carinho e o respeito que tenho por ele.
Gerson vai abraçar o goleiro Matheus Cunha após empate
Até ter o nome gritado pela torcida, Matheus passou por diferentes momentos no jogo. Logo após o empate, ainda foi alvo de vaias, que cessaram com o passar dos minutos, dando lugar a um ambiente mais neutro nas arquibancadas.
No gol da virada, no segundo tempo, o goleiro participou diretamente da jogada. Iniciou a saída de bola com Matheus Pereira, que acionou Kaiki Bruno. O lateral lançou para Néiser, que não conseguiu finalizar, e Christian aproveitou o rebote para marcar.
Matheus Cunha é abraçado por Artur Jorge
Após o gol, Matheus Cunha correu para comemorar com o banco de reservas e foi abraçado por companheiros e pelo técnico Artur Jorge.
A partir daí, o clima mudou de vez. Cada intervenção do goleiro passou a ser aplaudida. Ao fim da partida, ele recebeu abraços dos companheiros, que celebraram a vitória ao seu lado.
Vaiado no primeiro tempo Matheus Cunha saiu de campo aplaudido
Thiago Volpi protagonizou a última cena dessa noite de reviravoltas para Matheus Cunha — e para o Cruzeiro. Na saída de campo, o goleiro do Bragantino aguardou o cruzeirense e o abraçou. No acesso aos vestiários, Matheus ainda foi cumprimentado por torcedores.
Momento
Matheus Cunha ainda atua sob desconfiança da torcida. O goleiro assumiu a titularidade após a lesão de Cássio, em meados de março. Até então, havia entrado em campo apenas uma vez, contra o Pouso Alegre, na semifinal do Campeonato Mineiro, em fevereiro.
Logo após ser anunciado pelo Cruzeiro, passou por cirurgia no joelho direito, devido a uma lesão no menisco, o que o deixou fora até o fim de fevereiro.
Matheus Cunha é festejado após dar assistência para gol do Cruzeiro contra o Vitória
Fernando Moreno/AGIF
Antes disso, a última partida havia sido pelo Flamengo em maio do ano passado, pela Copa do Brasil. Ao todo, somando 2025, foram apenas cinco jogos.
Na atual temporada, Matheus Cunha disputou nove partidas e sofreu 11 gols.
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