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Caio Alexandre avalia bom início do Bahia e briga pela liderança da Série A: “Buscar sempre o topo”

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Bahia é o único time invicto no Brasileirão
Único time invicto no Campeonato Brasileiro, o Bahia chega para a oitava rodada com chance até de assumir a liderança da competição. Na terceira posição, o Tricolor enfrenta o Remo, no Mangueirão, neste domingo.
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O Bahia tem 14 pontos em seis jogos e está atrás apenas de Palmeiras e São Paulo, que somam 16 pontos em sete partidas e se enfrentam neste sábado. Para ter chances de terminar a rodada na liderança, o Esquadrão precisa torcer por um empate no clássico, depois vencer o Remo por quatro gols de vantagem.
Escolhido para conceder entrevista coletiva nesta sexta-feira, o volante Caio Alexandre comentou como o Tricolor encara a possibilidade de liderança.
– O Bahia tem que buscar estar sempre no topo. Isso é fundamental para quem quer subir de nível. Campeonato difícil, mas somos uma equipe dessas qualificadas. Muita humildade, pés no chão, construir jogo a jogo, enfrentar um grande adversário fora de casa. Sabemos dessa possibilidade, mas primeiro tem que pensar no jogo, no que a gente pode fazer para fazer um grande jogo e conseguir o triunfo para, se Deus quiser, buscar as primeiras posições do campeonato – iniciou Caio Alexandre.
– Estamos preparados, queremos seguir no topo da tabela, o campeonato nos trás possibilidades para que isso seja possível. É seguir sonhando alto, com ambição para subir de nível. O Bahia está cada vez mais pronto para exercer esse papel no cenário nacional e a gente vem construindo isso a cada dia. É ter foco, independente de quem jogar vai estar pronto – completou o meio-campista.
Caio Alexandre durante entrevista coletiva no Bahia
Rafael Rodrigues/EC Bahia
A missão é difícil, mas a boa fase fora de casa ajuda a animar o torcedor. O Bahia vai enfrentar o Remo no Pará depois de já ter vencido o Corinthians, Vasco e Internacional como visitante. Caio Alexandre falou sobre a sequência e tentou explicar o que mudou para evolução dos números em jogos longe de Salvador.
– Acho que é um pouco de tudo. A gente se cobra muito no vestiário para subir de nível, ambição para subir de nível. Subir de nível fala muito sobre vencer jogos fora de casa, ter comportamentos agressivos, saber segurar o resultado em momentos importantes, impor seu jogo. A nossa identidade de jogo é ser objetivo, ter posse de bola, agredir o adversário com finalizações no gol.
– A gente amadureceu, tirou de lição a temporada fora de casa ano passado que foi ruim. E esse ano a gente consegue subir de nível, aumentando mais nossa competitividade fora de casa e trazendo mais triunfos. A gente busca seguir assim no campeonato – comenta Caio.
Caio Alexandre durante treino do Bahia
Rafael Rodrigues/EC Bahia
Recuperado de um desconforto muscular, Caio Alexandre voltou a ser titular do Tricolor na última quarta-feira, quando o time venceu o Bragantino. Na ocasião, o jogador formou o meio de campo ao lado de Erick e Jean Lucas.
– Consigo me adaptar a qualquer função que o professor quer que eu jogue. Me sinto muito confortável na posição que estou, de primeiro volante, organizando a equipe. Se o professor precisar mais à frente, consigo fazer, me adaptar. Essa função é importante, municiar os atacantes, coisa que faço numa primeira linha, mas se tiver numa linha mais avançada, sinto que estou pronto. Mas sempre friso que gosto muito de jogar como organizador do jogo, função que exerço desde que cheguei no Bahia, me sinto muito confortável.
A partida entre Remo e Bahia está marcada para as 16h (horário de Brasília) deste domingo, no Mangueirão. O jogo tem transmissão da TV Bahia, e o ge acompanha em tempo real.
Veja outros trechos da entrevista coletiva de Caio Alexandre:
Trabalho mental
– A gente trabalha pensando no que pode fazer, controlar na partida, nossas ações, atitudes, independente se a equipe que vamos enfrentar está na parte de baixo ou de cima da tabela. Temos que estar focados para fazer nosso papel e buscar o triunfo. Fazer nosso melhor independente da colocação do adversário.
Time mais competitivo em 2026
– Com certeza, é isso que a gente quer, se cobra todo dia. Queremos subir de nível. Nosso torcedor ficou magoado com a saída da Libertadores, também ficamos. A gente teria o caminho de se lamentar ou de dar a volta por cima. Esse grupo vem se dedicando, foi campeão baiano, buscando as primeiras colocações no Brasileiro, sendo constante.Trabalho do professor tem sido um grande trabalho, com todos jogando. É seguir nessa sintonia, equipe, torcida, o clube, todos ganham com isso. Bato na tecla mais uma vez de subir de nível, ambição para isso ser possível e depende de nós para que o Bahia esteja nas primeiras posições na tabela no cenário nacional.
Ausência de Everton Ribeiro
– Quem ganha é o Bahia. Everton é nossa referência, nosso camisa 10, nos passa tranquilidade. Mas o elenco é muito forte. Com a saída dele ganhamos a presença do Erick, que tem uma presença de área, faz muito gol, ajuda muito. Meio fica qualificado. Quem o professor escolher vai dar conta do recado, quem ganha com isso é o Bahia, o torcedor.

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