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Palpites e dicas para Colômbia x Gana pela Copa do Mundo

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Colômbia 0 X 0 Portugal | Melhores momentos | 3ª rodada | Copa do Mundo 2026
Colômbia e Gana se enfrentam às 22h30, pela segunda fase da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado.
+ Chances de título: França é favorita com 24%, Espanha tem 14%, e Brasil cai para 5,9%
+ Seleção brasileira é a que mais disputou oitavas de final na história das Copas
+ Árbitros brasileiros chegam a quatro expulsões na Copa 2026 e lideram ranking por país
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Palpite para Colômbia x Gana

Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Resultado mais provável:
Colômbia 1 x 0 Gana
Croácia 2 x 1 Gana | Melhores momentos | 3ª rodada | Copa do Mundo 2026
Resultados na 1ª fase
Colômbia
Uzbequistão 1 x 3 Colômbia
Colômbia 1 x 0 RD Congo
Colômbia 0 x 0 Portugal
Gana
Gana 1 x 0 Panamá
Inglaterra 0 x 0 Gana
Croácia 2 x 1 Gana
A Colômbia tende a encontrar uma dificuldade para seu estilo de jogo porque foi a segunda seleção com mais finalizações em contra-ataques na primeira fase (sete) e conseguiu fazer um gol assim, contra o Uzbequistão. Gana só permitiu aos adversários duas finalizações em contragolpes, se mostrando bem organizada para lidar com essa possibilidade quando vai ao ataque. É o primeiro desafio para a Colômbia impor seu estilo de jogo. As duas equipes são muito diferentes: a Colômbia foi a terceira equipe com mais finalizações na primeira fase (59), com 18 certas (11ª marca) e fez quatro gols (22ª); Gana foi a seleção que menos finalizou (14), a segunda com menos finalizações certas (quatro) e dois gols. A baixa produção ofensiva de Gana ainda terá pela frente a terceira equipe que menos finalizações certas sofreu na primeira fase (cinco) de um total de 26 finalizações (14ª) e só levou um gol (terceira melhor marca). Gana permitiu 12 finalizações certas (20ª) em 36 finalizações sofridas (27ª), mas só sofreu dois gols (oitava melhor marca).
A Colômbia fez 36 de suas 59 finalizações trocando passes rasteiros e fez dois gols assim, um deles com uma roubada de bola no ataque. A Colômbia foi a equipe com mais finalizações após roubar uma bola no ataque, e Gana já permitiu duas finalizações assim. É algo a se dar atenção na partida. A Colômbia fez 22 finalizações a partir de jogadas aéreas, com dois gols (um cruzamento da direita e um lançamento da esquerda). Gana sofreu 14 finalizações após bolas altas e levou um gol em escanteio da direita do ataque da Croácia; permitiu 22 finalizações em jogadas rasteiras e levou um gol. No ataque, Gana fez sete finalizações em bolas aéreas, com um gol marcado após uma falta cobrada da intermediária direita sobre a pequena área; e fez sete finalizações em jogadas rasteiras, com um gol, no único contra-ataque que conseguiu finalizar. Colômbia vem conseguindo relativamente bem neutralizar o jogo aéreo adversário, tendo sofrido nove finalizações assim, e o único gol que levou nasceu de um cruzamento, origem de cinco das nove conclusões contrárias após uma bola alta; sofreu 19 finalizações após trocas de passes rasteiros.
Evolução do xG na segunda rodada
A Colômbia fez 25 finalizações contra Portugal, 15 delas de dentro da área, com caracteristicas para um potencial estatístico para 1,65 gol. Foi ineficiente e não fez gol.

Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Gana fez seis finalizações contra a Croácia, três delas de dentro da área, com potencial estatístico para 0,53 gol. Foi mais eficiente do que o esperado e conseguiu fazer um gol, mas os croatas foram mais.

Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Metodologia
A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio.
O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref.
Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida.
*A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.

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