Comercial anuncia volta de Raphael Pereira para Copa Paulista
O novo CEO do Comercial, Marcelo Zaparoli, esclareceu quais são as principais funções que desepenhará dentro do clube. O advogado e empresário atuará nos bastidores com o objetivo de trazer fontes de receitas para a instituição visando a sustentabilidade financeira.
O dirigente garantiu independência ao departamento de futebol, comandado pelo executivo Tiago Pires, indicado pelo empresário Bruno Carloni, que tem contrato de parceria com o Leão do Norte. Zaparoli afirmou que a ideia é agregar uma “visão de negócios” ao clube.
– Eu não entro na parte do futebol propriamente dito. Meu papel é trazer recursos para o clube, para o Comercial ser autossustentável e amanhã ou depois decidir por estruturar uma SAF ou qualquer outro formato que tenha no mercado. Vamos trazer recursos para que o Comercial consiga se manter e dar retorno ao investidor. Ele está colocando dinheiro aqui e uma hora vai precisar ter retorno. Preciso viabilizar para o Comercial ser autossustentável – afirmou.
Marcelo Zaparoli, novo CEO do Comercial
Reprodução/Instragram Comercial FC
O gestor também destacou qual o papel do CEO dentro de um clube de futebol e pontuou que o principal objetivo é propiciar as melhores condições de trabalho para todos os departamentos do clube.
– O CEO não tem nenhuma relação com a parte política do clube, não é um cargo eletivo. Venho como um terceiro, independente, mas alinhado com o presidente e o Conselho. (O CEO) É um consultor, o próprio nome diz, um chefe de operações. Meu papel é proporcionar estrutura para todos os departamentos, incluindo o futebol, que continua sob o comando do Tiago Pires, do Wesley e do investidor. Vou proporcionar a melhor estrutura para ter reflexo no campo – explicou o empresário.
Estádio Palma Travassos, do Comercial, em Ribeirão Preto
Fábio Júnior/Eptv
Por fim, Marcelo Zaparoli enfatizou a necessidade dos clubes possuírem uma visão de mercado além do futebol.
– Hoje o futebol não se resume só às quatro linhas. Essa é a última parte, é a entrega do produto. Precisamos agregar valores ao clube, como eventos, trazendo novos patrocinadores, investidores, o Comercial precisa de uma visão de negócios. Não é um clube que vai receber doações, ajudas, nós vamos fazer negócios. É uma via de mão dupla. Meu papel é prepará-lo para uma decisão futura da presidência, do Conselho, e dar toda estrutura para que a gente tenha mentalidade de clube de Série A1 – concluiu.
Confira notícias de Ribeirão Preto e região


